DOMINGO, 23 DE SETEMBRO DE 2018
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08/07/2018 | Fonte: G1

'Jurassic World: Reino ameaçado' se inspira em clima e robôs dinossauros do 1º filme, diz diretor J. A. Bayona

Chris Pratt em cena do filme 'Jurassic World: Reino ameaçado' (Foto: Divulgação)

franquia “Jurassic Park” não pára de crescer. Assim como seus astros, os dinossauros, os filmes parecem fugir ao controle de seus criadores, se tornando cada vez maiores com o passar dos anos. Tanto que o que era antes um parque virou um mundo em “Jurassic World” (2015).

“Jurassic World: Reino Ameaçado”, o quinto capítulo da série, estreou com a promessa de apresentar a maior cena de toda a franquia. O criador da nova trilogia, no entanto, promete que a expansão para por aqui. Ou seja, o fã não precisa se preocupar com uma Galáxia Jurássica no futuro. Assista à entrevista no vídeo acima.

“Enquanto esse filme tem sua maior sequência no meio, fica claustrofóbico, compacto, apertado e cheio de suspense. Um tanto parecido com o primeiro filme”, garante ao G1 Colin Trevorrow, diretor em 2015 que assume papel de produtor e roteirista na continuação.

“Eu acho que é isso que ajudará o público a continuar com a série sem ameaçarmos mandar os dinossauros para o espaço”, afirma o cineasta, que deixa o comando direto do filme para o espanhol J. A. Bayona.

Bilionários Rex

 

Não é difícil entender a lógica por trás da expansão. Os cinco filmes da série já acumulam mais de US$ 4,6 bilhões em bilheterias ao redor do mundo, e “Reino ameaçado” ainda está em cartaz.

Mesmo assim é preciso cautela. Os menos de US$ 370 milhões de “Jurassic Park III” (2001) quase extinguiram a franquia.

Para mantê-la viva, Trevorrow e Bayona se inspiram na origem. Para isso, a dupla foi além do suspense e do clima do primeiro filme, dirigido por Steven Spielberg em 1997. Eles buscaram monstros de verdade. Ou quase.

Dinobots

 

Alguns dos principais motivos pelos quais os efeitos especiais do agora clássico impressionaram tanto na época, e ainda impressionam, são os robôs usados para interpretar os dinossauros. Chamadas de animatrônicos, eles estiveram na mente do Trevorrow desde o roteiro.

“Não vou dizer que é um arrependimento, mas eu gostaria de poder ter usado mais animatrônicos no primeiro filme”, conta o americano. “Há cenas que foram escritas especificamente, porque eu sei das limitações. Eu sei que eles não podem correr, que há apenas algumas coisas que eles podem fazer.”

Para o trabalho, Bayona utilizou o conhecimento adquirido em seu filme anterior, “Sete minutos depois da meia-noite” (2016), em que usava um robô gigante para simular sua principal criatura.

“Eu acho que o segredo é combinar diferentes técnicas na mesma cena. Para que haja um momento em que o público não saiba o que é real e o que é computação.”

 

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