| Hoje é Sábado, 29 de Novembro de 2025.

Milho futuro encerra novembro em alta na Bolsa de Chicago, enquanto B3 registra leve recuo no dia

Cotações internacionais sobem após dados positivos do USDA, e mercado brasileiro mantém valorização semanal e mensal.
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Movimentação de milho em operação de embarque para exportação, reflexo do bom desempenho das vendas externas em novembro (Foto: Divulgação). Por: Editorial | 29/11/2025 07:47

A sexta-feira (28) terminou com avanços importantes nos preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT), que também acumulou valorizações ao longo da semana e de novembro. O impulso veio após a retomada das negociações pós-feriado de Ação de Graças e do resultado positivo das vendas semanais divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Segundo análise da Agrinvest, as cotações subiram diante do apetite dos compradores externos. O USDA informou que 2,822 milhões de toneladas foram comercializadas na semana encerrada em 16 de outubro de 2025 — número que reforça o bom ritmo de demanda pelo cereal norte-americano.

No acumulado da temporada, o volume comprometido chega a 33,560 milhões de toneladas, acima das 23,478 milhões registradas no mesmo período do ano passado.

Os principais contratos fecharam a sessão da seguinte forma: dezembro/25 a US$ 4,35 (+3,75 pts), março/26 a US$ 4,47 (+2,50 pts), maio/26 a US$ 4,55 (+2,75 pts) e julho/26 a US$ 4,61 (+3,25 pts). As altas representam avanços diários entre 0,56% e 0,87%.

Na semana, os ganhos variaram de 2,33% a 2,47%, enquanto no mês de novembro o avanço ficou entre 0,54% e 0,93%, conforme comparação com o fechamento de outubro.

Mercado interno apresenta leve recuo no dia, mas mantém saldo positivo no mês

Os preços do milho futuro na Bolsa Brasileira (B3) encerraram a sexta-feira com pequenas quedas, embora tenham acumulado valorizações semanais e mensais.

Segundo a SAFRAS & Mercado, o mercado brasileiro registrou preços mais altos ao longo de novembro, influenciado pela especulação em torno das condições climáticas e pela redução da oferta, já que muitos produtores seguraram as vendas.

Para a Safras Consultoria, consumidores maiores possuem estoques suficientes até o fim do ano, mas os menores continuam ativos na compra, pressionados pela oferta mais restrita e pagando valores ligeiramente maiores por novos lotes.

No mercado físico, a saca de milho permaneceu estável, segundo levantamento do Notícias Agrícolas, sem alterações nas principais praças de comercialização.

Na B3, os contratos fecharam assim: janeiro/26 a R$ 73,21 (-0,38%), março/26 a R$ 74,95 (-0,29%), maio/26 a R$ 74,25 (-0,39%) e julho/26 a R$ 70,88 (-0,59%).

Mesmo com o recuo diário, a semana registrou variações positivas entre 1,29% e 3,44%. No mês, as altas ficaram entre 1,57% e 2,48%, com exceção do contrato novembro/25, que recuou 0,68%. Com informações: Notícias Agrícolas.




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